Anonimo
10-12 2002, 08:27 PM
Sobre um conto de andersen por b.
houve uma vez um príncipe que queria casar-se, como é natural, com uma princesa, mas era preciso que fosse realmente uma verdadeira princesa. com este propósito, o príncipe viajou pelo mundo inteiro, com o desejo de encontrar a prometida de seus sonhos, porém,... embora visitasse muitas princesas, quando se inteirava a respeito de cada uma delas, sempre havia um ou outro inconveniente que o impedia de noivar ou uma viúva pedia que não a levasse; pois esta servia de escrava para seu grelo (segundo decreto real da rainha questão relevante) ou o cu não era mais virgem ou não tinham leite etc.
nesse tempo havia no mundo muito mais princesas do que hoje, todavia, quando se investigava se eram verdadeiras princesas, sempre existia uma certa dificuldade em prová-lo estas não aquentavam o consolo anal durante muito tempo; e, em muitos casos, este as comprava como escravas. finalmente, aborrecido com a inutilidade de seus esforços, o príncipe empreendeu o regresso ao seu palácio.
passou-se algum tempo e o príncipe continuava solteiro enquanto tocava punheta, pois seu leite não poderia ser tomado por nenhuma jovem que não fosse da realeza.
uma noite desencadeou-se uma terrível tempestade; o dilúvio era espantoso, relampejando sem cessar. em suma, era uma noite má, como existem poucas, embora a rainha estivesse na orgia.
quando a tormenta estava no auge, alguém bateu na porta do palácio e a rainha, em pessoa, apressou-se a abrir. lá fora estava uma princesa, embora em situação lamentável, por causa da chuva e do vento. a água caía a jorros pelos cabelos e pelo vestido, tinha os pés encharcados de água recolhida por seus sapatos, mas garantiu ser uma verdadeira princesa.
- logo veremos se isso é verdade pensou a rainha, embora não revelasse a ninguém seu pensamento, guardando para si as dúvidas que sentia.- para não despertar suspeitas esta ficou olhando por um buraco enquanto a princesa tomava banho e ficou admirada com a beleza.- logo veremos se isso é verdade, se esta bunda agüenta o consolo anal real.
- rindo enquanto pensa, - só um cu muito relaxado e macio que o aquenta. dirigiu-se para o dormitório destinado aos hóspedes, tirou toda a roupa de cama; colocou por cima vinte colchões e outros tantos cobertores de plumas. ali deveria dormir a princesa. quando a jovem chegou aos aposentos a rainha estava lá e falou do teste real, esta chorou, depois se despiu e deitou-se de pernas abertas de bruços.
a rainha untou o consolo anal com azeite e deu algumas instruções a jovem.
noite desencadeou-se numa outra tempestade; o dilúvio era espantoso, relampejando sem cessar e trovejando. chegando a manhã seguinte, o príncipe e a rainha perguntaram-lhe se dormira bem. - passei uma noite péssima - replicou a jovem.
- mal consegui fechar os olhos. só a tempestade é que viu o que havia na cama. tive a sensação de estar sendo aberta sobre um objeto muito duro, tanto assim que estou com a bunda toda dolorida. foi terrívelentão, tanto a rainha como o príncipe, compreenderam que ela devia ser uma verdadeira princesa, pois que fora capaz de aquentar o consolo anal sem tocar xixirica deitada nos vinte colchões e dos vinte cobertores de plumas.
somente uma verdadeira princesa poderia ter um cu tão apurado, este lhe dá um beijo terno na boca enquanto a rainha lhe tira o consolo anal. - daqui a pouco viram as criadas e cortaram os pelos de sua boceta.-fala a rainha.- a xixirica está proibida a menos que o príncipe conceda!
- mas minha xoxota esta tão molhada!
- eu concedo deste que preste juramento com a cara na boceta da rainha.
- vendo a rainha levantar a saia e mostrar sua bela boceta.- majestade, por favor...- vendo a rainha colocar a boceta na cara da jovem. este começa a dizer. eu princesa do condado de “pussy ness”, prometo me dedicar a auxiliar meu príncipe na arte de comer e foder xoxotas. minha xoxota prestará lealdade a rainha.
- a princesa beija o clitóris da rainha sobre o olhar do príncipe. e assim, o príncipe a tomou por esposa, porque estava certo de ter encontrado uma verdadeira princesa e este sorria quando a via com a cara numa boceta. - pare de olhar meu príncipe. –fala a princesa chupando a boceta.- senão a boceta que esta chupando esfria.
-chupando. - ela está certa.-fala a rainha entrando.- chupar boceta e coisa de mulher. a princesa era amada pelo seu povo, sempre quando uma jovem rebelde era trazida a sua presença, esta tratava com carinho e palavras suaves e sempre as convencia mesmo quando estava passando pelo campo quando encontrou uma linda camponesa tentando sair de casa, depois de algum tempo...
- e então?
- sou tão egoísta! – fala a jovem camponesa retirando seu vestido e ficando nua.- vou voltar e ser uma boa camponesa.-indo até a porta de sua casa onde a viúva a espera de boceta de fora.- obrigada. - chupe-a direito.- fala a princesa olhando e sorrindo para a viúva.- assim...
- daqui a pouco vai ganhar um lindo presente.
-aponta para o cu da jovem sem esta perceber. - agradeça o presente.-fala a princesa a jovem que chupa a xota da viúva.-agora eu me vou...-a princesa vê as duas entrarem e fica ali perto por algum tempo, escuta o grito da jovem, curiosa olha pelo buraco da casa e vê a viúva colocando o consolo anal na bunda da jovem camponesa que grita e geme.
depois esta enfia a boceta na cara da jovem.- veja até esqueceu o consolo.-fala rindo para si mesma. a princesa as vezes usava o consolo anal real quando os camponeses levavam as jovens para abençoarem a primavera pois estes acreditavam na divindade da realeza, o príncipe e a rainha sorriam fazendo gestos para o povo.
admirava-se de que ao ser prostituída viesse a ganhar em dignidade, e no entanto tratava-se de dignidade. sentia-se como que iluminada por dentro e via, no seu modo de andar, a calma, e no rosto, a serenidade e o imperceptível sorriso interior que se adivinha nos olhos das reclusas. - oh meu pobre cu!
- são obrigações da realeza.
- do qual somente eu levo o ônus.
- nada disso, minha princesa. se tiver a dignidade de me seguir e a honra de me examinar, verá que me conduzirei ao menos tão bem quanto à senhora.- fala uma duquesa em igual sorte. a essa altura a mêtre vem avisar que o almoço está servido, passam ao apartamento das meninas, onde oito encantadoras pequenas camponesas, nuas, apresentam as xícaras e o café preto.
duquesa pergunta a mêtre,, por que café puro pela manhã... - ora, pode ser com leite se preferir. e entâo?... - pois seja. - augustine, sirva leite a senhora duquesa. e a jovem, já treinada, apóia o belo cuzinho na xícara do duque e derrama três ou quatro colheres de um leite claríssimo e totalmente imaculado.
as amigas riem muito da brincadeira e cada um pede leite. todos os cus estavam engatilhados como o de augustine: é uma agradável surpresa da mêtre de prazeres do mês. na seqüência, fanny serve a xícara do principe, zelmire, a da duquesa e michette a da rainha. partem então para uma segunda rodada, onde as quatro sultanas restantes repetem a mesma cerimônia das companheiras.
a brincadeira é tão boa que o principe, com a cabeça quente, deseja algo além do leite, e a bela sophie vem satisfazê-lo. embora todas queiram gozar, é cuidadosamente recomendado manterem-se no exercício do leite e só oferecerem isso por ora. outros objetos os rodearam. . . duas irmãs muito bonitas, de dezoito a vinte anos, conduziram a princesa a um gabinete onde se fecham.
ali fazem executar nelas tudo o que a lubricidade pode ter de mais picante e forte. -se nos divertíssemos assim no salão, estaríamos cercadas desses sacanas que vêm nos inundar com seu esperma pegajoso. . . ali, é bem mais bonito só ficar entre mulherese as duas sacaninhas confessam então seus gostos.
partidárias de seu sexo, não podiam suportar os homens; dadas à sociedade por sua mãe, só a esperança de possuir tantas mulheres quanto quisessem as consolava da obrigação de se dar àqueles... - e vocês nunca se casarão?
- oh! jamais!. preferimos morrer a nos acorrentar aos homens. a princesa sondou seus outros princípios.
embora fossem muito jovens eram firmes: educadas filosoficamente pela mãe, não se encontrava mais naqueles coraçôes moral ou religião; tudo fora somente suprimido; haviam feito de tudo e estavam para recomeçar: sua energia a assombrava deveras. seu combinava demasiadamente bem com a princesa para que eu deixasse de cobrir essas encantadoras garotas de carícias.
perderam muita porra juntas, e de termos prometido nos cultivar, voltamos. o príncipe, vendo a princesa sair com elas, pede tranque um momento com ele num dos gabinetes. ficam a sós, e ele diz:
- tremi vendo-a com tais criaturas. desconfie delas; a despeito de extrema juventude, são monstros capazes de todos os horrores.
- mas não é assim que se deve ser?
-certo; mas entre nós devemos respeitar-nos, tratar-nos bem, deixando para afiar nossas armas lá fora. criaturas como mas só têm prazer em prejudicar seus irmãos. mas, fingi, traidoras, possuem todos os defeitos que desagradam à sociedade: basta virem divertir-se com uma pessoa para ir com que se perca, para escraviza-ia se puderem ir ate fim.
ouça, acredite na minha intenção de preveni-ia e me dê o cu como recompensa. a princesa achou que a fosse foder.. . nada disso. a única paixão desse ser original consistiu em me arrancar os pêlos de seu cu. quando mencionou que a machucava, advertiu que me poupava de males bem maiores. salvos, após quinze minutos desse suplício, sem que o príncipe gozasse.
mal lhe deixara, descobre não ser verdade o que me dissera a respeito das duas irmãs, e que a calúnia o deixava de pau duro; com tais mentiras acreditava pagar maravilhosamente bem os tormentos a que condenava todas as mulheres. ouviu-se uma música melodiosa. disseram ser o aviso do jantar. foram todos à sala voluptuosa do banquete.
a decoração representava um bosque cortado por uma infinidade de pequenos arbustos, sob os quais se encontravam mesas com doze lugares. guirlandas de flores pendiam das árvores, e milhares de luzes, colocadas com a mesma arte que as do outro salão, emanavam a mais suave claridade. dois irmãos serventes eram responsáveis por cada uma dessas mesas, e cuidavam delas com igual asseio e eficiência.
duzentas pessoas apenas participaram do jantar; as outras estavam nos haréns. cada um podia escolher sua companhia para sentar-se a essas diversas mesas; e aí, esplêndida e magnificamente servidos, ao som de uma música encantadora, todos se entregavam de uma vez às intemperanças do comus e às desordens de cípris.
À mesa da princesa estavam as duas jovens irmãs com quem se masturbara, duas mulheres de quarenta anos, duas outras belíssimas de vinte e cinco com a boceta de fora onde uma colherzinha retirava o licor. 0 que era muito comum no arranjo desse bosque é que não havia uma só mesa de onde não se pudesse ver todas as outras; e, em conseqüência do cinismo que dirigia tudo ali, as lubricidades do jantar não podiam escapar à vista do observador, coxas do salão.
tais disposições fizeram-me ver coisas bem extraordinárias: não é possível figurar o extravio de uma mente momentos: acreditava saber tudo em matéria de libertinagens, e essa noite se convenceu de que era apenas uma noviça. a rainha, elevada numa tribuna de onde controlava tudo mantinha ordem no jantar, como o fizera no salão, e a mesa calma aí reinava.
tom das conversas era extremamente baixo; tinha-se a impressão de se estar no templo de vênus, a estátua se via num bosque de murtas e de rosas, fazendo com isso que seus sectários, recolhidos, não queriam perturbar seus mistérios com nenhuma dessas vociferações repugnantes que pertenciam unicamente ao pedantismo e à imbecilidade.
eletrizados pelos vinhos estrangeiros e pela boa mesa, as porque se seguiram ao jantar foram ainda mais luxuriosas que anteriores. por um momento se viu que todos os membros da sociedade formavam um único e coeso grupo: não havia um ser que não fosse ativo ou passivo, e tudo o que se ouvia eram piros e gritos de esporos.
ainda suportei assaltos terríveis: não houve sexo que escapasse das mãos da princesa, ou parte do corpo que não houvesse sido maculada; e se tinha as nádegas feridas também portava a glória de haver ultrajado muitas ou já era dia quando por fim saiu, num tal estado de fadiga e esgotamento que foi obrigada a passar trinta e seis horas no leito.
quanto ao consolo anal, foi depositado num museu, onde pode ser visto até hoje, se ninguém tiver tido a tentação de roubá-lo, o que acreditamos não ter sucedido. sempre que uma viúva quer abrir o delicado botão de trás de uma filha a leva ao museu para vê-lo e lhe conta a historia.
- então a princesa o aquentou?- pergunta a garota..
- será que sou uma princesa?
- quer tentar?
- se eu conseguir arranjo um príncipe?
- É claro, mas terá de ser disciplinada!
- esta certo. - sai com a viúva do museu quando entra outra viúva com outra garota, as duas viúvas sorriem.
e esta, sim, é uma estória verdadeira.
houve uma vez um príncipe que queria casar-se, como é natural, com uma princesa, mas era preciso que fosse realmente uma verdadeira princesa. com este propósito, o príncipe viajou pelo mundo inteiro, com o desejo de encontrar a prometida de seus sonhos, porém,... embora visitasse muitas princesas, quando se inteirava a respeito de cada uma delas, sempre havia um ou outro inconveniente que o impedia de noivar ou uma viúva pedia que não a levasse; pois esta servia de escrava para seu grelo (segundo decreto real da rainha questão relevante) ou o cu não era mais virgem ou não tinham leite etc.
nesse tempo havia no mundo muito mais princesas do que hoje, todavia, quando se investigava se eram verdadeiras princesas, sempre existia uma certa dificuldade em prová-lo estas não aquentavam o consolo anal durante muito tempo; e, em muitos casos, este as comprava como escravas. finalmente, aborrecido com a inutilidade de seus esforços, o príncipe empreendeu o regresso ao seu palácio.
passou-se algum tempo e o príncipe continuava solteiro enquanto tocava punheta, pois seu leite não poderia ser tomado por nenhuma jovem que não fosse da realeza.
uma noite desencadeou-se uma terrível tempestade; o dilúvio era espantoso, relampejando sem cessar. em suma, era uma noite má, como existem poucas, embora a rainha estivesse na orgia.
quando a tormenta estava no auge, alguém bateu na porta do palácio e a rainha, em pessoa, apressou-se a abrir. lá fora estava uma princesa, embora em situação lamentável, por causa da chuva e do vento. a água caía a jorros pelos cabelos e pelo vestido, tinha os pés encharcados de água recolhida por seus sapatos, mas garantiu ser uma verdadeira princesa.
- logo veremos se isso é verdade pensou a rainha, embora não revelasse a ninguém seu pensamento, guardando para si as dúvidas que sentia.- para não despertar suspeitas esta ficou olhando por um buraco enquanto a princesa tomava banho e ficou admirada com a beleza.- logo veremos se isso é verdade, se esta bunda agüenta o consolo anal real.
- rindo enquanto pensa, - só um cu muito relaxado e macio que o aquenta. dirigiu-se para o dormitório destinado aos hóspedes, tirou toda a roupa de cama; colocou por cima vinte colchões e outros tantos cobertores de plumas. ali deveria dormir a princesa. quando a jovem chegou aos aposentos a rainha estava lá e falou do teste real, esta chorou, depois se despiu e deitou-se de pernas abertas de bruços.
a rainha untou o consolo anal com azeite e deu algumas instruções a jovem.
noite desencadeou-se numa outra tempestade; o dilúvio era espantoso, relampejando sem cessar e trovejando. chegando a manhã seguinte, o príncipe e a rainha perguntaram-lhe se dormira bem. - passei uma noite péssima - replicou a jovem.
- mal consegui fechar os olhos. só a tempestade é que viu o que havia na cama. tive a sensação de estar sendo aberta sobre um objeto muito duro, tanto assim que estou com a bunda toda dolorida. foi terrívelentão, tanto a rainha como o príncipe, compreenderam que ela devia ser uma verdadeira princesa, pois que fora capaz de aquentar o consolo anal sem tocar xixirica deitada nos vinte colchões e dos vinte cobertores de plumas.
somente uma verdadeira princesa poderia ter um cu tão apurado, este lhe dá um beijo terno na boca enquanto a rainha lhe tira o consolo anal. - daqui a pouco viram as criadas e cortaram os pelos de sua boceta.-fala a rainha.- a xixirica está proibida a menos que o príncipe conceda!
- mas minha xoxota esta tão molhada!
- eu concedo deste que preste juramento com a cara na boceta da rainha.
- vendo a rainha levantar a saia e mostrar sua bela boceta.- majestade, por favor...- vendo a rainha colocar a boceta na cara da jovem. este começa a dizer. eu princesa do condado de “pussy ness”, prometo me dedicar a auxiliar meu príncipe na arte de comer e foder xoxotas. minha xoxota prestará lealdade a rainha.
- a princesa beija o clitóris da rainha sobre o olhar do príncipe. e assim, o príncipe a tomou por esposa, porque estava certo de ter encontrado uma verdadeira princesa e este sorria quando a via com a cara numa boceta. - pare de olhar meu príncipe. –fala a princesa chupando a boceta.- senão a boceta que esta chupando esfria.
-chupando. - ela está certa.-fala a rainha entrando.- chupar boceta e coisa de mulher. a princesa era amada pelo seu povo, sempre quando uma jovem rebelde era trazida a sua presença, esta tratava com carinho e palavras suaves e sempre as convencia mesmo quando estava passando pelo campo quando encontrou uma linda camponesa tentando sair de casa, depois de algum tempo...
- e então?
- sou tão egoísta! – fala a jovem camponesa retirando seu vestido e ficando nua.- vou voltar e ser uma boa camponesa.-indo até a porta de sua casa onde a viúva a espera de boceta de fora.- obrigada. - chupe-a direito.- fala a princesa olhando e sorrindo para a viúva.- assim...
- daqui a pouco vai ganhar um lindo presente.
-aponta para o cu da jovem sem esta perceber. - agradeça o presente.-fala a princesa a jovem que chupa a xota da viúva.-agora eu me vou...-a princesa vê as duas entrarem e fica ali perto por algum tempo, escuta o grito da jovem, curiosa olha pelo buraco da casa e vê a viúva colocando o consolo anal na bunda da jovem camponesa que grita e geme.
depois esta enfia a boceta na cara da jovem.- veja até esqueceu o consolo.-fala rindo para si mesma. a princesa as vezes usava o consolo anal real quando os camponeses levavam as jovens para abençoarem a primavera pois estes acreditavam na divindade da realeza, o príncipe e a rainha sorriam fazendo gestos para o povo.
admirava-se de que ao ser prostituída viesse a ganhar em dignidade, e no entanto tratava-se de dignidade. sentia-se como que iluminada por dentro e via, no seu modo de andar, a calma, e no rosto, a serenidade e o imperceptível sorriso interior que se adivinha nos olhos das reclusas. - oh meu pobre cu!
- são obrigações da realeza.
- do qual somente eu levo o ônus.
- nada disso, minha princesa. se tiver a dignidade de me seguir e a honra de me examinar, verá que me conduzirei ao menos tão bem quanto à senhora.- fala uma duquesa em igual sorte. a essa altura a mêtre vem avisar que o almoço está servido, passam ao apartamento das meninas, onde oito encantadoras pequenas camponesas, nuas, apresentam as xícaras e o café preto.
duquesa pergunta a mêtre,, por que café puro pela manhã... - ora, pode ser com leite se preferir. e entâo?... - pois seja. - augustine, sirva leite a senhora duquesa. e a jovem, já treinada, apóia o belo cuzinho na xícara do duque e derrama três ou quatro colheres de um leite claríssimo e totalmente imaculado.
as amigas riem muito da brincadeira e cada um pede leite. todos os cus estavam engatilhados como o de augustine: é uma agradável surpresa da mêtre de prazeres do mês. na seqüência, fanny serve a xícara do principe, zelmire, a da duquesa e michette a da rainha. partem então para uma segunda rodada, onde as quatro sultanas restantes repetem a mesma cerimônia das companheiras.
a brincadeira é tão boa que o principe, com a cabeça quente, deseja algo além do leite, e a bela sophie vem satisfazê-lo. embora todas queiram gozar, é cuidadosamente recomendado manterem-se no exercício do leite e só oferecerem isso por ora. outros objetos os rodearam. . . duas irmãs muito bonitas, de dezoito a vinte anos, conduziram a princesa a um gabinete onde se fecham.
ali fazem executar nelas tudo o que a lubricidade pode ter de mais picante e forte. -se nos divertíssemos assim no salão, estaríamos cercadas desses sacanas que vêm nos inundar com seu esperma pegajoso. . . ali, é bem mais bonito só ficar entre mulherese as duas sacaninhas confessam então seus gostos.
partidárias de seu sexo, não podiam suportar os homens; dadas à sociedade por sua mãe, só a esperança de possuir tantas mulheres quanto quisessem as consolava da obrigação de se dar àqueles... - e vocês nunca se casarão?
- oh! jamais!. preferimos morrer a nos acorrentar aos homens. a princesa sondou seus outros princípios.
embora fossem muito jovens eram firmes: educadas filosoficamente pela mãe, não se encontrava mais naqueles coraçôes moral ou religião; tudo fora somente suprimido; haviam feito de tudo e estavam para recomeçar: sua energia a assombrava deveras. seu combinava demasiadamente bem com a princesa para que eu deixasse de cobrir essas encantadoras garotas de carícias.
perderam muita porra juntas, e de termos prometido nos cultivar, voltamos. o príncipe, vendo a princesa sair com elas, pede tranque um momento com ele num dos gabinetes. ficam a sós, e ele diz:
- tremi vendo-a com tais criaturas. desconfie delas; a despeito de extrema juventude, são monstros capazes de todos os horrores.
- mas não é assim que se deve ser?
-certo; mas entre nós devemos respeitar-nos, tratar-nos bem, deixando para afiar nossas armas lá fora. criaturas como mas só têm prazer em prejudicar seus irmãos. mas, fingi, traidoras, possuem todos os defeitos que desagradam à sociedade: basta virem divertir-se com uma pessoa para ir com que se perca, para escraviza-ia se puderem ir ate fim.
ouça, acredite na minha intenção de preveni-ia e me dê o cu como recompensa. a princesa achou que a fosse foder.. . nada disso. a única paixão desse ser original consistiu em me arrancar os pêlos de seu cu. quando mencionou que a machucava, advertiu que me poupava de males bem maiores. salvos, após quinze minutos desse suplício, sem que o príncipe gozasse.
mal lhe deixara, descobre não ser verdade o que me dissera a respeito das duas irmãs, e que a calúnia o deixava de pau duro; com tais mentiras acreditava pagar maravilhosamente bem os tormentos a que condenava todas as mulheres. ouviu-se uma música melodiosa. disseram ser o aviso do jantar. foram todos à sala voluptuosa do banquete.
a decoração representava um bosque cortado por uma infinidade de pequenos arbustos, sob os quais se encontravam mesas com doze lugares. guirlandas de flores pendiam das árvores, e milhares de luzes, colocadas com a mesma arte que as do outro salão, emanavam a mais suave claridade. dois irmãos serventes eram responsáveis por cada uma dessas mesas, e cuidavam delas com igual asseio e eficiência.
duzentas pessoas apenas participaram do jantar; as outras estavam nos haréns. cada um podia escolher sua companhia para sentar-se a essas diversas mesas; e aí, esplêndida e magnificamente servidos, ao som de uma música encantadora, todos se entregavam de uma vez às intemperanças do comus e às desordens de cípris.
À mesa da princesa estavam as duas jovens irmãs com quem se masturbara, duas mulheres de quarenta anos, duas outras belíssimas de vinte e cinco com a boceta de fora onde uma colherzinha retirava o licor. 0 que era muito comum no arranjo desse bosque é que não havia uma só mesa de onde não se pudesse ver todas as outras; e, em conseqüência do cinismo que dirigia tudo ali, as lubricidades do jantar não podiam escapar à vista do observador, coxas do salão.
tais disposições fizeram-me ver coisas bem extraordinárias: não é possível figurar o extravio de uma mente momentos: acreditava saber tudo em matéria de libertinagens, e essa noite se convenceu de que era apenas uma noviça. a rainha, elevada numa tribuna de onde controlava tudo mantinha ordem no jantar, como o fizera no salão, e a mesa calma aí reinava.
tom das conversas era extremamente baixo; tinha-se a impressão de se estar no templo de vênus, a estátua se via num bosque de murtas e de rosas, fazendo com isso que seus sectários, recolhidos, não queriam perturbar seus mistérios com nenhuma dessas vociferações repugnantes que pertenciam unicamente ao pedantismo e à imbecilidade.
eletrizados pelos vinhos estrangeiros e pela boa mesa, as porque se seguiram ao jantar foram ainda mais luxuriosas que anteriores. por um momento se viu que todos os membros da sociedade formavam um único e coeso grupo: não havia um ser que não fosse ativo ou passivo, e tudo o que se ouvia eram piros e gritos de esporos.
ainda suportei assaltos terríveis: não houve sexo que escapasse das mãos da princesa, ou parte do corpo que não houvesse sido maculada; e se tinha as nádegas feridas também portava a glória de haver ultrajado muitas ou já era dia quando por fim saiu, num tal estado de fadiga e esgotamento que foi obrigada a passar trinta e seis horas no leito.
quanto ao consolo anal, foi depositado num museu, onde pode ser visto até hoje, se ninguém tiver tido a tentação de roubá-lo, o que acreditamos não ter sucedido. sempre que uma viúva quer abrir o delicado botão de trás de uma filha a leva ao museu para vê-lo e lhe conta a historia.
- então a princesa o aquentou?- pergunta a garota..
- será que sou uma princesa?
- quer tentar?
- se eu conseguir arranjo um príncipe?
- É claro, mas terá de ser disciplinada!
- esta certo. - sai com a viúva do museu quando entra outra viúva com outra garota, as duas viúvas sorriem.
e esta, sim, é uma estória verdadeira.